Às vezes pergunto-me se é de mim (esquizo-histerinesgotável em estado estimulado) ou da vida que me acontece (estimulo-frenética em modo não-me-acabo-nunca). Há um ritmo tambor bomba de sangue que bate-bate sem parar aqui dentro, um pulso bombo, um passo largo, passo besta, força bruta.

O fim da viagem é apenas o começo doutra. É preciso ver o que nao foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite, com sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aquí não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados para os repetir, e traçar caminos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre. O viajante volta já. Saramago. Viagem a Portugal.


lunes, 22 de octubre de 2012

Uno se da cuenta (de las Equivocaciones)

Uno se da cuenta de que está na área errada quando ao fim de 6 dias percebe que, se já tivesse papéis, estaria trabalhando em 6 restaurantes ou bares de renome e boa propina.

Parece que, no mundo da restauração e do avental, sou um charme.

Damn it!

2 comentarios:

Anónimo dijo...

Espera só que sintam os primeiros sumos pelas costas abaixo...

O Alegre Folião dijo...

lolix